Prêmio MPT de Jornalismo tem 542 trabalhos inscritos

O Prêmio MPT de Jornalismo conta com 542 trabalhos participantes, que concorrem a R$ 360 mil. Ao longo de 115 dias de inscrições, 367 usuários se cadastraram no site e fizeramuploaddas reportagens nas sete categorias: 199 em jornalismo impresso, 117 em webjornalismo, 77 em emissoras de televisão, 66 são trabalhos de fotojornalismo, 40 matérias foram veiculadas em emissoras de rádio, 26 em revistas impressas e 17 em mídias sociais. Haverá ainda menção honrosa para repórter cinematográfico.

Inscrições para Prêmio MPT de Jornalismo vão até 31 de julho

Premiação total é de R$ 360 mil. Categoria especial receberá R$ 45 mil

Brasília – Jornalistas de todo o país podem inscrever reportagens no Prêmio MPT de Jornalismo até o dia 31 de julho. As melhores produções jornalísticas relacionadas ao direito do trabalho e que demonstrem violação da legislação trabalhista serão premiadas. No total, o prêmio promovido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) vai distribuir R$ 360 mil entre os profissionais da mídia. O prêmio especial “Fraudes Trabalhistas” é de R$ 45 mil.

MPT-PR expede recomendação para que sindicato deixe de criar obstáculos a manifestações contrárias a contribuições sindicais

(Curitiba, 09/04/2026) Após receber dezenas de denúncias contra o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Comunicações Postais, Telegráficas e Similares do Estado do Paraná (Sintcom-PR), o Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) expediu recomendação para que a entidade deixe de criar obstáculos a manifestações contrárias a contribuições sindicais.

MPT-PR reafirma posicionamento favorável ao fim da jornada 6x1 em audiência pública na Câmara de Curitiba

(Curitiba, 08/04/2026) Em audiência pública realizada na última segunda-feira (6), na Câmara Municipal de Curitiba, o Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) reafirmou seu posicionamento a favor do fim da escala 6x1, com redução de jornada e sem prejuízo de salário para os trabalhadores. Representando a instituição, o Procurador do Trabalho Fabrício Gonçalves de Oliveira defendeu que a mudança é uma forma de valorização do trabalho humano e efetivação dos direitos fundamentais, pois trata-se de “um avanço no marco civilizatório, não um retrocesso”.